Escrevo este texto num tempo em que tentamos, ainda, perceber o que terá acontecido, se é que alguma vez o iremos verdadeiramente perceber, na grande tragédia em Lisboa, no elevador da Glória.
Agora, que terei despertado alguma atenção ou curiosidade, lamento se vou desiludir…
Agosto chega sempre num ritmo muito próprio.
Podes parar, dar tempo a ouvir-me? Escutar as palavras, o que penso e o que sinto, os dinamismos que me vão na alma?
Em pleno mês de Maria, após a eleição do novo Papa Leão XIV, e neste ano jubilar dedicado à Esperança, encontramos todas as razões para olhar para o futuro e acreditar que podemos construir, todos juntos, um país melhor.
Pensar a “liberdade” a partir de outros possíveis eixos.
Iniciamos a 1 de março o mês do Ramadão. Em todas as religiões existem períodos especiais de reflexão, oração e prática.
A Igreja, enquanto instituição e proposta de redenção, assenta na descoberta da presença de Jesus Vivo e da dimensão comunitária da Fé, uma descoberta que exige sermos capazes de comunicar.
Dediquemo-nos às pessoas que nos são confiadas.
Pe. Jean Gailhac
“Esperançar e agir com a Criação” (Rm 8,19-15)





















