Ao aproximarem-se os meses de verão e a consequente pausa nas nossas atividades, relembro a passagem do Livro do Eclesiastes.
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Gosto muito de ditados e provérbios. São modos de expressão que preservam a tradição oral e a sabedoria popular.
“De todos os cantos do mundo
Amo com um amor mais forte e mais profundo
Aquela praia extasiada e nua,
Onde me uni ao mar, ao vento e à lua”
Sophia de Mello Breyner Andresen, Mar I, in “Poesia”, 1944
No início da nossa caminhada enquanto criança, o papel dos avós aos nossos olhos é como o dos pais numa versão branda e leniente.
Quando somos pequenos, agarramo-nos à ideia de que temos que ter um “melhor amigo”.
Ao longo da história da humanidade, várias foram as invenções e tecnologias que irromperam com o modus operandi de todas as atividades do ser humano, desde a invenção da roda, passando pelo motor a combustão e a penicilina, até à Internet. Agora é a vez da Inteligência Artificial (AI).
Começo este artigo por recordar o venerável P. Jean Gailhac: “Cuidai os corações jovens. Serão agentes de mudança e de transformação.” e a palavra sábia do Papa Francisco, a propósito do Pacto Educativo Global: “Educar é sempre um ato de esperança que convida à coparticipação e à transformação”.
Seguir os passos do Sucessor de Pedro é um grande privilégio e também uma fascinante aventura.
Desde a nossa primeira emissão vocal, quando nascemos, passando pelo canto da nossa mãe para nos acalmar e adormecer, até à forma como nos é comunicada a informação de todos os dias, a música está presente nossa vida quotidiana.
Escrever este artigo trouxe-me memórias muito felizes da minha infância e juventude.





















