O Dia Mundial da População é uma oportunidade para refletir sobre a riqueza e a diversidade da nossa família humana.
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Tomé, também chamado de Dídimo, era provavelmente pescador, como grande parte dos apóstolos. Sobre o seu chamamento, segundo os evangelistas Marcos, Mateus e Lucas sabemos que foi chamado de entre os discípulos de Jesus para constituir o grupo dos doze.
Neste episódio do EM NOME DE TODOS estivemos à conversa com a Irmã Maria Emília Peliz, uma mulher com um rico caminho que “se põe a jeito” para coisas diferentes e cuja vida religiosa já passou por diversas missões. Foi superiora provincial, mestre de noviças, conselheira geral, viveu numa comunidade intercongregacional no Haiti e atualmente faz parte da comunidade de formação do Noviciado Internacional das RSCM na Zâmbia. Uma mulher que agradece a Deus “o primeiro passo inicial que deu” na sua vida de entrega a Deus e aos irmãos.
Celebrar o Dia Mundial do Refugiado é sintonizar o coração com o drama silencioso de milhões de irmãos e irmãs que foram forçados a deixar as suas terras, as suas casas e os seus afetos.
“Gosto da palavra reparar, pois transporta para o ato de ver uma polissemia e uma ética. Reparar introduz-nos por si só numa lentidão, porque aquilo a que alude não é um observar qualquer: é um ver parado, um revisar porventura mais minucioso do que um mero relance… Por isso, de certa forma, só quando reparamos começamos a ver.”
José Tolentino de Mendonça, A Mística do Instante
Levanto-me do fundo de ti humilde lama
e num soluço da respiração sei que estou vivo
sou o centro sísmico do mundo
Do poema «Corpo» de Al Berto, em A Noite Progride Puxada à Sirga
Neste episódio do EM NOME DE TODOS estivemos à conversa com a Irmã Palmira Moreira e descobrimos uma mulher cuja vida se tece de vocação e missão. Uma mulher que nos diz que “fazer o bem faz bem” e que nos desafia a “ter Maria como modelo de um sim incondicional face ao imprevisível, mesmo ao impossível”.
A Bíblia é um livro atravessado pelo vento e pelos caminhos.
Comecemos com um desafio. Estão prontos?
Pensemos na nossa história de vida, única.
Pensemos nas experiências precoces que tivemos. Nas nossas pessoas.
«Tenho fome de silêncio.» – dizia com simplicidade o Irmão Roger, fundador da comunidade de Taizé.
O silêncio ou a falta dele é talvez uma das mais graves indigências do nosso tempo.





















