Assinalar o Dia Mundial da Saúde Mental é, antes de mais, um convite a parar. A parar e a olhar para dentro; a pensar como nos sentimos; a reconhecer que cuidar da saúde mental não deve acontecer apenas quando surge um problema.
Falar hoje da Pastoral dos Idosos é tocarmos uma realidade transversal às nossas sociedades e à igreja, particularmente à europa com o acelerado processo de envelhecimento da população.
As sobras são sinal da abundância da mesa! A sabedoria popular diz-nos que mais vale sobrar do que faltar e, efetivamente, a grande preocupação de um anfitrião é que nada falte aos seus convidados.
Vivemos num tempo que nos impele a correr, mas raramente nos ensina a parar.
A cumprir objetivos, a responder a exigências, a produzir resultados.
O Dia Mundial da População é uma oportunidade para refletir sobre a riqueza e a diversidade da nossa família humana.
Celebrar o Dia Mundial do Refugiado é sintonizar o coração com o drama silencioso de milhões de irmãos e irmãs que foram forçados a deixar as suas terras, as suas casas e os seus afetos.
Comecemos com um desafio. Estão prontos?
Pensemos na nossa história de vida, única.
Pensemos nas experiências precoces que tivemos. Nas nossas pessoas.
Num relativismo moral crescente somos muitas vezes levados a pensar que todas as opiniões são respeitáveis. Permitam-me discordar!
A canção de Maria Guinot ecoa hoje como uma metáfora dolorosamente atual para a realidade das comunidades ciganas em Portugal.
Apenas paz e bem.





















